segunda-feira, 31 de maio de 2021

O Elevador e Seu Avanço Na História



De fato os elevadores são algo extremamente comum para nós nos dias de hoje, sendo comum em prédios, galpões, áreas de construção, dentre outros lugares que possuam mais de 4 andares de altura. Mesmo sendo algo comum para nós, a ideia do elevador é muito antiga, datando até mesmo a períodos antes de cristo.


O primeiro projeto encontrado de um elevador, foi dos períodos de 1500 a.C, no Egito antigo, onde usavam esses projetos de elevadores para transportar as águas do rio Nilo para as fazendas e para consumo próprio. Porém, os primeiros elevadores foram projetados pelos romanos, no século I a.C, que funcionavam com um conjunto de roldanas movidas por força humana ou animal. E desta maneira os elevadores foram sendo usados por séculos.


A Evolução dos Elevadores Modernos 


Apenas após a primeira revolução industrial, que os elevadores passaram por uma grande mudança em seu funcionamento. No ano de 1853, um engenheiro americano chamado Elisha Grave Otis criou o primeiro sistema de funcionamento dos elevadores, em que não era necessário a força de algum ser vivo para conseguir elevá-lo, esse sistema era baseado em trilhos serrilhados que também conseguiam evitar que houvesse a queda do elevador caso ele perdesse a força. 


No entanto, os primeiros elevadores modernos eram muito lentos, para conseguir alcançar o oitavo andar de um edifício, levava-se mais de 3 minutos, enquanto os atuais conseguem atingir cerca de 45 vezes a velocidade deles. Com o passar dos anos, os elevadores foram evoluindo junto seus motores, freios dentre outras coisas de sua composição. O elevador atual possui diversos tipos de motores e freios que podem fazer parte de sua composição, como motor elétrico ou o freio pneumático. Além de que a partir dos anos 2000, os elevadores começaram a empregar programas de inteligência com a intenção de lidar com o grande fluxo de pessoas.


sexta-feira, 28 de maio de 2021

A Origem do Torno Mecânico Moderno

Para aqueles que não conhecem essa máquina da indústria moderna, vamos fazer uma introdução rápida do que é o torno mecânico e de como ele funciona. O torno mecânico é um equipamento feito com o intuito de girar uma peça que é pressionada e fixada ao torno. Com a peça fixada ao torno, ele então começa a girar rapidamente, o operador do torno então pode pegar sua ferramenta de corte para poder trabalhar na peça fixada. Os tornos mecânicos atuais são mais usados para trabalhar com metal, mas há outros modelos de tornos para trabalhar com modelos específicos como madeira ou plástico. Nos tornos atuais, para que se tenha uma frenagem mais segura, eles fazem uso de um freio mecânico como sistema de frenagem.


A Evolução Do Torno Mecânico ao Passar Das Eras 


Não se sabe quando a ideia base do torno foi feita, especula-se de que ela tenha surgido durante a idade média. O primeiro torno de que se tem conhecimento, é o torno de vara, esse torno funcionava de maneira bem simples, uma corda era fixada a uma vara ou a um galho, enquanto a outra ponta da corda era enrolada na peça. Quando a vara ou galho subiam, assim puxando a corda fazendo com que a peça girasse.


O torno de fuso, esse torno era um equipamento que precisava de dois operadores, enquanto um dos operadores segurava e girava a polia, assim girando a peça presa ao torno, enquanto o outro operador fazia o trabalho de cortar o material.


Agora falando de um torno que é certo o período em que foi inventado, é o torno que recebeu o nome de seu criador. O torno Leonardo Da Vinci, era um torno que podia ser operado por uma única pessoa e funcionava com um sistema de rotação contínuo, parecido com uma máquina de costura. 


Com o passar dos séculos, o torno foi evoluindo cada vez mais para que o seu operador não precisasse fazer muita força para manuseá-lo. Mas apenas durante a revolução industrial, quando os tornos deixaram de serem feitos de madeira, foi quando o operador do torno só tinha a função de cortar a peça a qual foi fixada ao torno.

A Origem da Prensa de Impressão Moderna


A prensa de impressão moderna, foi desenvolvida durante a revolução industrial, ela foi desenvolvida baseando-se em modelos antigos de prensa de impressão feitas pelo cientista Gutenberg. Após o início do século XIX, as prensas deixaram de ser fabricadas com madeira e começaram a ser fabricadas usando ferro fundido. Só essa alteração de matéria prima para sua fabricação, fez com que o nível de força necessária para operar a impressa fosse reduzido em 90%.

Quando ocorreu a alteração da matéria prima na fabricação das prensas, também foi possível duplicar a sua área de operação. As novas impressa eram capazes de realizar cerca de 480 páginas de impressões por hora, isso era equivalente ao dobro de páginas que os modelos antigos eram capazes de produzir. 


A Evolução da Prensa de Impressão Com o Passar dos Anos


Com o passar dos anos, os cientistas e engenheiros começaram a pensar em métodos de fazer com que as prensas de impressão parassem de usar a força humana como material para que as prensas funcionassem. Com esse objetivo em mente, foram criadas as primeiras impressas que faziam uso de um motor a vapor. 


Em 1814 começaram a usar impressas a vapor que conseguiam operar de maneira similar a uma impressa manual ligada a um motor a vapor, sendo capaz de produzir 1.100 impressões por hora. A partir deste momento, começaram a pensar em maneiras de fazer com que uma prensa de impressão fosse capaz de realizar impressões de ambos os lados da folha de uma única vez.


Com o passar das décadas as prensas de impressão foram cada vez mais e cada vez mais evoluindo para serem mais práticas e produtivas. Durante o século XX, mas precisamente na década de 1930, começaram a ser fabricadas impressas com motores mais modernos, deixando o motor a vapor para trás. Com o aumento da potência do motor das impressas, elas também começaram a usar algum modelo de freio industrial em sua composição, mas com esse aumento de força dos motores, as produções começaram a chegar a 3.000 impressões por hora.

Os Guindastes e Sua Contribuição Com a Indústria

Os guindastes são equipamentos projetados para realizar a elevação e a movimentação de grandes cargas e materiais pesados. Fazendo uso da física, que diz que uma ou mais máquinas conseguem criar uma vantagem mecânica capaz de mover pesos muito acima da capacidade humana.



Guindastes são geralmente implantados em locais de grandes operações, como em construções, portos e aeroportos. Sempre atuando em lugares onde há movimentação de cargas muito pesadas sendo transportadas para um depósito local ou para algum meio de transporte como navios e aviões. Nesses locais o guindaste fica encarregado de mover containers ou materiais de construção civil. Para poder realizar essas operações com confiança, os guindastes são equipados com motores surpreendentemente potentes para erguer as cargas e também fazendo uso de um sistema de freio capaz de aguentar o peso exercido nos cabos, geralmente é usado um sistema de freio hidráulico nos guindastes. 


A Origem do Uso dos Guindastes 


A origem da ideia de um guindaste se deu início na antiga Grécia, onde eram feitos com uma estrutura similar aos guindastes modernos, mas eram movidos com o uso de força humana ou de animais de carga. Esses guindastes eram usados apenas para a construção de casas, posteriormente, guindastes maiores foram sendo desenvolvidos usando engrenagens movidas a tração humana, permitindo que cargas mais pesadas fossem elevadas, possibilitando a construção de grandes monumentos, templos e edifícios.


Com o passar dos séculos os guindastes foram evoluindo, sendo cada vez mais capazes de erguer cargas ainda mais pesadas. Mas durante a revolução industrial foi quando os guindastes passaram por uma grande evolução, deixando de serem feitos de madeira e começaram a serem feitos com ferro fundido e aço, e também foi quando começaram a serem construídos da maneira como conhecemos hoje, uma torre equipada com cabos e roldanas para elevar e abaixar as cargas.   


O Uso das Locomotivas Na Indústria




As locomotivas foram uma forma de locomoção criada no ano de 1825, com o passar dos anos, as locomotivas foram evoluindo suas fontes de combustível, assim evoluindo sua força e velocidade. Na década de 1890, as locomotivas foram desenvolvidas para funcionarem com um motor a diesel. E não muito tempo depois, no ano de 1895 foram feitos os primeiros motores elétricos para as locomotivas.


No início, as locomotivas eram apenas usadas para transportar passageiros e cargas de pequeno e médio porte. Mas com o desenvolvimento dos motores para as locomotivas, começou a ser possível fazer o transporte de grandes cargas. Em consequência disso, as grandes empresas começaram a usar as locomotivas para transportar máquinas e equipamentos de grande porte, para locais onde elas seriam mais úteis, ou em certos casos, a própria locomotiva é a base do maquinário.


Como as Locomotivas Atuam Na Indústria    


Como falamos anteriormente, com o passar dos tempos as locomotivas começaram a ser usadas como transporte para grandes equipamentos da indústria. Isso começou quando máquinas de perfuração começaram a ser desenvolvidas, mas as máquinas eram muito grandes e pesadas para serem transportadas por outros meios até as minas, então foi quando se iniciaram o uso de locomotivas para carregar esses equipamentos. Nos dias atuais, as locomotivas fazem o transporte de equipamentos para locais de mineração, agricultura, construções e outros tipos de produções.


As locomotivas em determinados casos, atuam como a base principal de algum equipamento em algum tipo específico de operação. Na maior parte dos casos em que a locomotiva é usada de base, é em construções e em demolições, onde grandes máquinas podem acabar tendo que ser movidas para locais diferentes durante a operação. Para que a locomotiva consiga suportar o peso que será exercido durante a frenagem da locomotiva enquanto a locomoção do maquinário é feita, é usado um freio eletromagnético para poder parar a locomotiva com precisão.


terça-feira, 25 de maio de 2021

Como Controlar a Potência do Seu Equipamento

É fato que na área da indústria existem diversos tipos de maquinários e equipamentos com diferentes tipos e modelos de motores com variados níveis de potência em seus giros. Em maquinários em que o giro do motor é muito forte ou em equipamentos em que é necessário que a força do giro seja alterada de vez em quando ou regularmente, é necessário que no maquinário tenha uma peça responsável por fazer esse controle.



Peças Que Controlam  o Giro do Motor


Existem algumas peças que realizam essa função de controlar o nível de giro do motor. Apesar de serem peças diferentes, essas peças costumam atuar de forma parecida para conseguirem realizar essa função de maneira precisa que não venha a comprometer o motor ou ao próprio equipamento.


Falando da peça mais conhecida na área para realizar essa função. Temos a embreagem, que geralmente é a mais conhecida e a mais usada em todos os tipos de produções industriais. A embreagem é responsável por realizar a transferência da potência do motor para a caixa de câmbio, assim podendo controlar a velocidade que o giro do motor irá exercer. 


A embreagem realiza essa função, fazendo com que as rodas motrizes sejam paradas quando ocorrer uma mudança na velocidade ou quando o giro do motor for iniciado. Assim tornando possível que uma nova engrenagem seja engatada antes que a transmissão de força seja reiniciada. Desta maneira fazendo com que o giro do motor gire em uma velocidade adequada para aquele momento da produção.


Outra peça que podemos destacar por sua eficiência e durabilidade para realizar essa função. E o redutor rosca sem fim, que é uma peça que também é usada em diversos tipos de equipamentos industriais, e realiza a função de controlar a velocidade do giro do motor, fazendo o controle e reduzindo a velocidade de rotação dos acionadores.


quinta-feira, 20 de maio de 2021

O Uso de Motores Elétricos Na Indústria



Na área da indústria moderna existem diversos modelos de máquinas e equipamentos que fazem uso dos motores elétricos. Eles são bastante usados em diversos tipos de equipamentos como tornos, esteiras rolantes, prensas, elevadores e até mesmo em robôs.

Além de ser usado em diversos tipos de máquinas, esse motor também possui vários modelos, para atender de maneira mais eficaz ao tipo de maquinário que será implantado. Dependendo do maquinário a qual será implantado, o motor elétrico vai ter algum modelo de embreagem mecânica como companheiro para ajudar na distribuição de potência.


Modelos De Motores Elétricos Na Indústria    


Esse modelo de motor é um motor que basicamente faz é transformar a energia elétrica em energia mecânica. Existem diversos modelos desse motor no mercado, cada um atendendo melhor uma área da indústria, vamos falar sobre alguns deles.


Motores de corrente alternada: Esse modelo é muito comum ser usado tornos, fresas, esteiras rolantes, elevadores, dentre outros. Há muitos tipos de motores CA, sempre sendo monofásicos ou trifásicos, claro que cada um deles tem um tipo específico de aplicação a qual melhor trabalham.


Motores de corrente Contínua: Esse modelo é bastante usado em brinquedos, eletromagnéticos, alguns equipamentos industriais, entre outros. Esse modelo possui algumas vantagens, como o fato de poder alterar a velocidade controlando sua tensão. O motor de CC geralmente é classificado de acordo com a sua forma de conexão do indutor a das bobinas.


Motor universal (CA e CC): Como o próprio nome diz, esse modelo do motor elétrico pode funcionar tendo tanto uma corrente alternada quanto uma corrente contínua como fonte de alimento. Uma característica desse tipo de motor, é que geralmente eles são pequenos, mas podendo alcançar uma velocidade de 30.000 RPM. Apesar de poder ser usado em máquinas e equipamentos industriais, esse modelo motor é mais usado para fins domésticos.

quarta-feira, 19 de maio de 2021

Os Diversos Modelos de Máquinas Utilizados na Indústria

 


A área industrial é uma das áreas que mais vem crescendo no Brasil, e de uma maneira bem agressiva. Por essa razão, é muito importante que haja um investimento nos maquinários, visando uma melhoria na produção. Devido a isso, os empreendedores sempre buscam em comprar máquinas mais elaboradas e modernas que ajudem com a produção de suas respectivas áreas.


Para ajudá-lo a entender melhor de quais tipos de máquinas estamos falando, iremos apresentar um breve resumo de alguns tipos de equipamentos que são bastante utilizados na área da indústria.


Modelos De Máquinas Mais Usados Na Indústria


Apresentando alguns equipamentos que são mais usados e vantajosos:


Estufas: A estufa é um equipamento de aquecimento que é bastante usado em indústrias têxtil. A estufa tem como função aquecer o tecido antes que passe em outras máquinas. É uma função que faz com que a peça de tecido seja agilizada em outras etapas de sua produção.


Esteira: A esteira é um dos equipamentos mais comercializados na área da indústria. É um equipamento que torna os meios de transporte dos materiais dentro do espaço da produção bem mais ágeis. Seu uso faz com que ocorra uma redução na carga de trabalho dos operários, e geralmente as esteiras são equipadas com algum modelo de embreagem industrial permitindo controlar a velocidade da esteira.


Fresadoras: As fresadoras são um tipo de equipamento muito comum em indústrias de fabricação de móveis. Esse equipamento geralmente é responsável pelas funções de usinagem, encaixe ou juntas.


Versatilidade: Esse tipo de máquina é um bastante essencial em diversos tipos de processos de fabricação. Essa máquina auxilia no alinhamento das peças, fazendo uma otimização nos processos da produção causando um aumento de produtividade.


Existem outros tipos de máquinas e equipamentos que são bastante usados na área da indústria. Os que foram citados aqui, são apenas alguns poucos, comparados a tantos outros que existem na área.


terça-feira, 18 de maio de 2021

A Importância de Fazer Um Bom Investimento em Seu Maquinário

Devido a estudos feitos recentemente, descobrimos que boa parte dos empresários brasileiros sabem como é importante fazer um bom investimento em seus maquinários, fazendo com que se tornem modelos mais modernos. Assim fazendo com que o ramo em que operam seja mais competitivo. Porém, mesmo que os empresários brasileiros tenham conhecimento sobre essa importância, o nível de investimento para a melhoria dos maquinários no Brasil, ainda é baixo se comparado a outros países.



E nós não estamos apenas falando de empresários brasileiros fazerem compras de máquinas mais novas e modernas, mas também de compra de peças melhores e de manutenções que aumentem a vida útil do maquinário. 


Fazer a escolha de uma boa peça para o seu maquinário é de extrema importância, pois dependendo da peça que for instalada, pode vir a aumentar o nível da produção, como por exemplo a embreagem eletromagnética e a embreagem pneumática. Para se saber quais as melhores peças para instalar no seu equipamento é sempre bom que seja feita uma pesquisa detalhada sobre os modelos, marcas e fornecedores que possuem mais confiança no mercado.  


Outra categoria para investir que fará com que seu equipamento seja de alta qualidade, é fazendo um uso adequado deles e realizando manutenções que façam com que o maquinário tenha um bom desempenho. Existem também manutenções especializadas que fazem alguma alteração no equipamento, o tornando mais eficiente. Mas para esse caso é necessário que se tenha o dobro, pois sempre se deve contratar um profissional muito bem qualificado, com experiência e que tenha boas referências no mercado.


Fazer a escolha de um bom equipamento para a sua indústria, é algo que exige bastante pesquisa e cuidado. Infelizmente boa parte dos empresários brasileiros não sabem como um equipamento ou uma peça nova, pode causar um grande impacto na indústria. Fazendo com que algumas linhas de produção fiquem obsoletas, por isso é importante não poupar despesas para que se tenha um maquinário moderno de excelente qualidade.        


        


Como Garantir o Melhor Desempenho do Seu Maquinário


Na área industrial, as empresas sempre prezam em instalar peças ou executar funções de maneiras que façam com que a produção tenha um bom desempenho. Para que isso possa ser realizado, existem diversas maneiras, como dito, desde de instalar peças que auxiliam na produção a uma maneira diferente de executar a produção.


Obviamente os responsáveis por gerenciar uma linha de produção, além desta maneira de tentar aumentar o desempenho, também buscam manter o local da produção organizado. Evitando que a bagunça e peças, máquina ou operadores estejam onde não deve, causando um atraso nas operações.


Maneiras de Manter um Bom Desempenho 


Uma das maneiras para que o desempenho da produção seja bom, é manter as máquinas ligadas 24 horas por dia, fazendo com que a produção não pare em nenhum momento. Claro que para esse método funcionar adequadamente é necessário que sempre se tenha um operador cuidando do maquinário. E pelo fato de continuar operando sem parar, também vai ser necessário que se tenha um acompanhamento técnico, para poder acompanhar o desgaste das peças.


Outras maneiras de se manter um bom desempenho, é realizando a limpeza da máquina regularmente e também devido ao desgaste que as peças sofrem, realizar manutenções preventivas para evitar que peças quebrem e danifiquem ou comprometam a máquina.


Escolha de Peças Que Podem Ajudar a Aumentar o Desempenho 


Uma forma que é bastante usada para ajudar a melhorar o desempenho, é na utilização de peças que possuem algum diferencial que contribua com a melhorar o desempenho do maquinário. Um exemplo dessas peças é a embreagem pneumática, que faz uso de um sistema de ar comprimido que ajuda a aumentar o desempenho e também prolonga a vida útil do maquinário. 


Existem diversas peças e maneiras que podem ajudar com o desempenho de uma produção. Mas em todo caso, a melhor maneira de se manter um bom desempenho na produção, é sempre cuidando bem dos maquinários e fornecendo um local de trabalho confiável e seguro para os operários.