quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Construção de galpões e instalações industriais

Desenvolvimento de aeroportos, melhoria da malha viária e aumento de centros de distribuição permitiram o aquecimento do mercado imobiliário de galpões industriais. Assim, empresários se sentiram confiantes para investir em construção de galpões em São Paulo. Tanto para venda, quanto para aluguel.



O que permite esse evento é que São Paulo tem uma localização privilegiada e estratégica, com acesso fácil às principais estradas, a portos e aeroportos para o escoamento de produtos. Isso propicia o aumento de demanda desse tipo de imóvel. Investidores com essa visão contribuem também com a economia da sua região, onde empresas atraídas por esses imóveis se instalam nas cidades e promovem a geração de empregos e mais riqueza.

As solicitações são básicas para esse tipo de negócio

Além do acesso fácil e rápido às principais estradas, o imóvel deve permitir a manobra fácil de carretas e caminhões, plataforma de embarque e desembarque de cargas, pátio para estacionamento.
Se há mercado para vender ou alugar? Tudo é muito relativo. Empresa de logística e armazenagem prefere a locação, já quando a empresa tem a necessidade de instalações mais robustas e caras elas buscam a compra do imóvel. Agora para garantir mais capital de giro, dificilmente a opção é pela compra; preferem a locação.
Também pode-se contar com as empresas mais sólidas no mercado que sonham sim com a sede própria.
Seja como um investimento para vender ou alugar, a construção de galpões é hoje um forte negócio imobiliário, pois eles geram ótima taxa de rendimento frente a outros imóveis.

Sabe aquele cliente-investidor que tem potencial para apostar em galpões? Dê sua sugestão a ele e alimente mais um nicho no mercado de imóveis.

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Acessibilidade no dia a dia

Pessoas com necessidades especiais precisam de cuidados especiais.

Todas as pessoas necessitam de cuidados especiais como comer, tomar banho, dormir... Quando estamos doentes, o cuidado é ainda maior. Mas existem outras pessoas que precisam de cuidados diários ainda mais especiais.



 Essas pessoas que são portadoras de necessidades especiais podem ser visual, auditiva ou de mobilidade física.
É muito difícil a locomoção de pessoas portadoras de necessidades especiais pelas ruas da cidade. O acesso ao transporte e as edificações ainda é muito precário.
É necessário que ocorra adaptações e muitas melhorias para a locomoção e garantia de melhores condições de vida. 

Nas ruas, por exemplo, é necessário:

  • Fazer rampas e calçadas rebaixadas para os cadeirantes;
  • Colocação de pisos táteis (pisos especiais percebíveis pelo tato) e de alerta para os portadores de deficiência visual;
  • Instalação de barras de metal nas entradas de prédios e edificações;
  • Instalação de rampas de acesso em prédios residenciais e edificações;
  • Instalação de aviso sonoro nos semáforos, para a travessia dos deficientes visuais;
  • Calçadas e ruas em perfeito estado sem buracos e danificações;


Nos meios de transporte, algumas adaptações são necessárias como:

  • Instalação de elevadores nos ônibus para cadeirantes e locais reservados para as pessoas com muletas;
  • Maior quantidade de transporte reservado somente para as pessoas com deficiência, como é o caso do ATENDE;
  • Ampliação desses veículos especializados no transporte de pessoas deficientes também nas pequenas cidades;
  • Profissionais qualificados e especializados para o atendimento de pessoas portadoras de deficiência;
  • No metrô, maior quantidade de pessoas em horários de picos nas plataformas para a locomoção dos portadores de deficiência;


Na construção civil é necessário:
  • A construção de casas e apartamentos adaptados às necessidades especiais.
  • A construção de jardins, parques e museus com acesso aos portadores com deficiência; e adaptação dos que já existem.
É necessário que cada um faça a sua parte para tornar a vida dessas pessoas um pouco mais digna, com qualidade e respeito.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Estudos de viabilidade técnico-financeira para implantação de projetos


Existem diversas formas de fazer a Análise de Viabilidade de um projeto e, tendo realizado a avaliação de alinhamento estratégico, restam as técnicas comparativas, matemáticas e econômicas de fazer.

Por que fazer análises de viabilidade?

Todas as empresas realizam projetos internos, seja para o acréscimo de uma linha de produção, a reforma de uma loja, etc.
Para fazer seus projetos, a empresa conta com um orçamento, ou seja, com algum dinheiro que foi disponibilizado pela diretoria. Acontece que esse dinheiro é bastante disputado, afinal, TODAS as iniciativas (leia-se projetos) da empresa vão disputar pelo mesmo valor.








Assim, destacaremos abaixo alguns passos e componentes necessários para este processo, que em algum momento exigirá certo conhecimento de engenharia financeira. Mas nada que um bom tutor e alguns livros não possam oferecer. O esforço vale a pena! 

Vamos lá:
  • Um levantamento detalhado sobre os principais eixos de receita e em seguida faça o mesmo com as despesas e os custos nas categorias: fixos e variáveis;
  • Tente projetar as informações do item anterior no horizonte de cinco anos. Utilize uma boa e velha planilha eletrônica;
  • Separe os investimentos necessários para a viabilização do projeto, pois estes terão um lugar apropriado no modelo. O mesmo cuidado terá que ser adotado caso exista a decisão de se financiar o projeto;
  • Adote um enfoque conservador. Deixe o entusiasmo de lado e tente pensar como se estivesse estudando um projeto alheio, para o qual foi convidado a aportar o seu caro e suado dinheiro;
  • Identifique os principais resultados na planilha, incluindo a implacável “TIR” (Taxa Interna de Retorno);
  • Com o modelo construído mantenha-o atualizado, de forma que a mesma análise possa ser realizada ao longo do tempo, mas já contando com algumas informações realizadas;
  • Seja frio e saiba cortar na carne para ajustar os custos do projeto, ou mesmo para abortá-lo;
  • Adote a visão de um investidor!


sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

5 coisas que as pessoas não sabem sobre gerenciamento de projetos

Na hora de optar por uma nova construção, é importante pensar se esse é o caminho certo e como percorrê-lo. A maioria das pessoas não sabem sobre pontos importantes do gerenciamento de obras e como eles são cruciais para que o projeto tenha os seus objetivos de qualidade, prazo e custo atendidos, evitando atrasos e aumento de custo.

Conheça 5 coisas que a maioria das pessoas não sabem sobre gerenciamento de obras e saiba mais sobre a sua importância durante um projeto.




1) Ajuda a reduzir os custos

Entre os itens que podem encarecer estão os atrasos, bitributação e riscos na contratação. Para que haja economia, o gerenciamento é crucial por criar a possibilidade de atuação no momento de contratação, eliminando serviços do contrato com construtoras, pois podem ser adquiridos de forma direta com o empreendedor. Ainda assim, a construtora permanece com a responsabilidade sobre os prazos, qualidade, controle, logística, entre outros.

2) Estratégia produtiva

Quem cuida do gerenciamento de obras também ajuda para que a execução de atividades atendam todos os requisitos, como custo e qualidade de acordo com o cronograma planejado. Por isso, o gerenciamento de obras é diretamente ligado à estratégia produtiva da construtora. O gerenciamento passa pelos campos arquitetônico, de estruturas, de instalações elétricas e coordena cada uma dessas partes para que elas sejam cumpridas seguindo uma sequência lógica.

3) Antecipa problemas e resolve imprevistos

Por cuidar de toda a organização do cronograma de uma obra, o gerenciamento também é uma excelente ferramenta para sempre prever problemas e possíveis imprevistos e, por isso, resolvê-los de forma eficaz. O gerenciamento permite que a maioria desses possíveis problemas possam ser resolvidos ainda antes do início da construção, aumentando a produtividade e fazendo com que o cronograma possa ser realizado dentro do previsto.

4) Total controle do estoque de materiais

Pouca gente sabe que o gerenciamento de obras também auxilia a ter um maior controle sobre o estoque de material para a construção. Isso se traduz rapidamente em economia, pois evita o desperdício e ajuda a manter toda a obra com os gastos dentro do orçamento. Um bom gerenciamento ajuda por conter uma lista com todos os produtos comprados e um acompanhamento do uso dos materiais, deixando claro quando é necessário comprar mais algum item. Indiretamente, esse benefício também ajuda a controlar melhor a mão de obra contratada e o quanto de material vem sendo utilizado.

5) Ajuda na fiel execução dos projetos

Como o gerenciamento auxilia a contratar mão de obra especializada e coordenar os contratados nas diferentes etapas da construção, além ajudar no cumprimento das etapas dentro do cronograma e do orçamento, tudo isso se traduz na execução fiel dos projetos. Claro, durante o percurso podem ter de haver alterações, mas com um bom gerenciamento de obras a alteração poderá ser feita sem comprometer a essência do projeto aprovado.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Elaboração de DataBook de projetos executados

O Databook é um livro de dados contendo todos os documentos que fizeram parte de uma obra, seja ela de Construção Civil, Naval, ou de qualquer outra área da Engenharia. 


É um dossiê da construção e montagem, ou mesmo de fornecimento, uma coleção de documentos que conta a história de um processo, do início ao fim, evidenciando tudo o que for importante para o cliente, e pode envolver as áreas Comerciais, técnica e da qualidade.


O Databook não é coberto por nenhuma norma oficial, e, apesar de muitas empresas seguirem Normas ABNT (a mesma utilizada para dissertações e trabalhos acadêmicos), cada empresa adota critérios próprios e regras específicas para elaboração, definindo a documentação, os formulários e os certificados que farão parte do databook.
Uma coisa é certa: o Databook é confeccionado no final da obra, quando todos os documentos já sofreram alterações e estão na revisão final 
Geralmente, o Databook é separado por seções, montado em pasta de capa dura (Pasta A-Z, por exemplo), na versão impressa e também em meio eletrônico, onde a estrutura do diretório de ambos seguem fielmente alinhadas, com índice geral e um índice individual para cada volume, para melhor localização dos documentos.
A digitalização é o processo de captura das imagens e textos impressos (papel) através de scanners profissionais. Depois, são convertidos em arquivos digitais (PDF, TIFF, JPEG, etc.).
Os documentos de um Databook podem ser protegidos por senha, evitando alteração, abertura indevida, impressão, entre outros itens de segurança.

Não existe construção ou obra que não inclua um projeto hidráulico.

O plano hidráulico é um dos requisitos importantes na hora de construir ou reformar. Afinal, a passagem de tubulações de água precisa ser cuidadosamente planejada.

Ele evita inúmeros erros na montagem do sistema, economizando dinheiro e tempo.
Ele prevê todas as especificações de canalização, com as dimensões necessárias ao sistema hidráulico. E devem ser bem guardados para possíveis futuras obras ou reparos em encanamentos.

A sugestão é a contratação de um engenheiro para que possa vistoriar o prédio e realizar este cronograma de ações. 

A planta geral da instalação hidráulica mostra o conjunto de ramificações do encanamento e os lugares por onde passam estes canos, com tamanhos e outros detalhes.

Para simplificar, vamos chamar de encanamento vários dutos condutores responsáveis pela distribuição de não apenas água mas também eletricidade, gás, telefone, etc.
Se você pretende mudar uma parede, fazer um buraco para uma nova porta, colocar uma prateleira ou ainda consertar um vazamento interno de uma parede, você tem de ter em mãos a planta geral de instalação hidráulica e a elétrica, por vários motivos:
  • Localizar a passagem dos canos, e quais;
  • Saber qual é o registro que fechará a água ou qual a caixa onde se desconecta um determinado cômodo;
  • Saber quais as ramificações que ficarão à seco (banheiros, cozinha, etc.) ou no escuro caso o conserto leve tempo.
Um aspecto muito importante para se levar em conta é a pressão da água na rua.
Quando a pressão da água é muito baixa, acaba levando tempo demais para encher a caixa d’água.
Isso acarreta desde a escassez da água em casa ao mau funcionamento de chuveiros (com pingos ao invés de jatos), lavadoras de roupa (demoram a encher) e de louça (demora para completar sua função).
Em contrapartida, se a pressão é demasiadamente alta, a tubulação deverá ser mais larga e com conexões bem mais fortes.
A saída é instalar dispositivos que controlam esses extremos de pressão.