quinta-feira, 10 de junho de 2021

O Surgimento do Freio Na Indústria

Com a evolução da tecnologia industrial com o passar do tempo, os maquinários começaram a usar motores com grande eficiência e potência. Assim forçando os antigos engenheiros a projetarem o primeiro sistema de frenagem para máquinas e equipamentos industriais, para poderem realizar a parada dos motores de uma maneira segura e que não comprometesse os maquinários.



Os primeiros freios para equipamentos industriais surgiram no século XIX, um pouco após a revolução industrial. Com o avanço que a área da indústria passou durante a revolução industrial, os maquinários começaram a possuir motores muito fortes. No início eram apenas motores a vapor, ainda utilizando humanos para garantir o funcionamento do motor e também a sua parada, e com o passar dos anos, motores mais fortes surgiram, fazendo com que sistemas de freios fossem desenvolvidos assim como embreagens, discos de freios industriais, dentre outras coisas.


A Origem dos Sistema de Freios   


A ideia do freio é tão antiga quanto a roda, obviamente muito mais primitiva que qualquer sistema já visto até então. Os freios de fato só surgiram na antiga Grécia, onde eles usavam madeiras como freios em equipamentos de construção civil. Só foram surgir sistemas de freios mais mecânicos durante a renascença, onde Leonardo Da Vinci criou para cada uma de suas máquinas, um sistema de freio próprio, que serviram de modelo para os freios modernos como o freio hidráulico e o freio elétrico.


Os freios só foram chegar a sua forma estrutural moderna quando surgiram as locomotivas, que eram grandes veículos que apesar de possuírem um motor a vapor, tinham que ter um sistema de freio para parar a locomotiva com precisão. Esse sistema de freio era bastante simples, pois era apenas um mecanismo projetado para que quando a alavanca implantada no vagão da caldeira fosse puxada, um simples sistema iria travar as rodas dos vagões principais.


segunda-feira, 31 de maio de 2021

O Elevador e Seu Avanço Na História



De fato os elevadores são algo extremamente comum para nós nos dias de hoje, sendo comum em prédios, galpões, áreas de construção, dentre outros lugares que possuam mais de 4 andares de altura. Mesmo sendo algo comum para nós, a ideia do elevador é muito antiga, datando até mesmo a períodos antes de cristo.


O primeiro projeto encontrado de um elevador, foi dos períodos de 1500 a.C, no Egito antigo, onde usavam esses projetos de elevadores para transportar as águas do rio Nilo para as fazendas e para consumo próprio. Porém, os primeiros elevadores foram projetados pelos romanos, no século I a.C, que funcionavam com um conjunto de roldanas movidas por força humana ou animal. E desta maneira os elevadores foram sendo usados por séculos.


A Evolução dos Elevadores Modernos 


Apenas após a primeira revolução industrial, que os elevadores passaram por uma grande mudança em seu funcionamento. No ano de 1853, um engenheiro americano chamado Elisha Grave Otis criou o primeiro sistema de funcionamento dos elevadores, em que não era necessário a força de algum ser vivo para conseguir elevá-lo, esse sistema era baseado em trilhos serrilhados que também conseguiam evitar que houvesse a queda do elevador caso ele perdesse a força. 


No entanto, os primeiros elevadores modernos eram muito lentos, para conseguir alcançar o oitavo andar de um edifício, levava-se mais de 3 minutos, enquanto os atuais conseguem atingir cerca de 45 vezes a velocidade deles. Com o passar dos anos, os elevadores foram evoluindo junto seus motores, freios dentre outras coisas de sua composição. O elevador atual possui diversos tipos de motores e freios que podem fazer parte de sua composição, como motor elétrico ou o freio pneumático. Além de que a partir dos anos 2000, os elevadores começaram a empregar programas de inteligência com a intenção de lidar com o grande fluxo de pessoas.


sexta-feira, 28 de maio de 2021

A Origem do Torno Mecânico Moderno

Para aqueles que não conhecem essa máquina da indústria moderna, vamos fazer uma introdução rápida do que é o torno mecânico e de como ele funciona. O torno mecânico é um equipamento feito com o intuito de girar uma peça que é pressionada e fixada ao torno. Com a peça fixada ao torno, ele então começa a girar rapidamente, o operador do torno então pode pegar sua ferramenta de corte para poder trabalhar na peça fixada. Os tornos mecânicos atuais são mais usados para trabalhar com metal, mas há outros modelos de tornos para trabalhar com modelos específicos como madeira ou plástico. Nos tornos atuais, para que se tenha uma frenagem mais segura, eles fazem uso de um freio mecânico como sistema de frenagem.


A Evolução Do Torno Mecânico ao Passar Das Eras 


Não se sabe quando a ideia base do torno foi feita, especula-se de que ela tenha surgido durante a idade média. O primeiro torno de que se tem conhecimento, é o torno de vara, esse torno funcionava de maneira bem simples, uma corda era fixada a uma vara ou a um galho, enquanto a outra ponta da corda era enrolada na peça. Quando a vara ou galho subiam, assim puxando a corda fazendo com que a peça girasse.


O torno de fuso, esse torno era um equipamento que precisava de dois operadores, enquanto um dos operadores segurava e girava a polia, assim girando a peça presa ao torno, enquanto o outro operador fazia o trabalho de cortar o material.


Agora falando de um torno que é certo o período em que foi inventado, é o torno que recebeu o nome de seu criador. O torno Leonardo Da Vinci, era um torno que podia ser operado por uma única pessoa e funcionava com um sistema de rotação contínuo, parecido com uma máquina de costura. 


Com o passar dos séculos, o torno foi evoluindo cada vez mais para que o seu operador não precisasse fazer muita força para manuseá-lo. Mas apenas durante a revolução industrial, quando os tornos deixaram de serem feitos de madeira, foi quando o operador do torno só tinha a função de cortar a peça a qual foi fixada ao torno.

A Origem da Prensa de Impressão Moderna


A prensa de impressão moderna, foi desenvolvida durante a revolução industrial, ela foi desenvolvida baseando-se em modelos antigos de prensa de impressão feitas pelo cientista Gutenberg. Após o início do século XIX, as prensas deixaram de ser fabricadas com madeira e começaram a ser fabricadas usando ferro fundido. Só essa alteração de matéria prima para sua fabricação, fez com que o nível de força necessária para operar a impressa fosse reduzido em 90%.

Quando ocorreu a alteração da matéria prima na fabricação das prensas, também foi possível duplicar a sua área de operação. As novas impressa eram capazes de realizar cerca de 480 páginas de impressões por hora, isso era equivalente ao dobro de páginas que os modelos antigos eram capazes de produzir. 


A Evolução da Prensa de Impressão Com o Passar dos Anos


Com o passar dos anos, os cientistas e engenheiros começaram a pensar em métodos de fazer com que as prensas de impressão parassem de usar a força humana como material para que as prensas funcionassem. Com esse objetivo em mente, foram criadas as primeiras impressas que faziam uso de um motor a vapor. 


Em 1814 começaram a usar impressas a vapor que conseguiam operar de maneira similar a uma impressa manual ligada a um motor a vapor, sendo capaz de produzir 1.100 impressões por hora. A partir deste momento, começaram a pensar em maneiras de fazer com que uma prensa de impressão fosse capaz de realizar impressões de ambos os lados da folha de uma única vez.


Com o passar das décadas as prensas de impressão foram cada vez mais e cada vez mais evoluindo para serem mais práticas e produtivas. Durante o século XX, mas precisamente na década de 1930, começaram a ser fabricadas impressas com motores mais modernos, deixando o motor a vapor para trás. Com o aumento da potência do motor das impressas, elas também começaram a usar algum modelo de freio industrial em sua composição, mas com esse aumento de força dos motores, as produções começaram a chegar a 3.000 impressões por hora.

Os Guindastes e Sua Contribuição Com a Indústria

Os guindastes são equipamentos projetados para realizar a elevação e a movimentação de grandes cargas e materiais pesados. Fazendo uso da física, que diz que uma ou mais máquinas conseguem criar uma vantagem mecânica capaz de mover pesos muito acima da capacidade humana.



Guindastes são geralmente implantados em locais de grandes operações, como em construções, portos e aeroportos. Sempre atuando em lugares onde há movimentação de cargas muito pesadas sendo transportadas para um depósito local ou para algum meio de transporte como navios e aviões. Nesses locais o guindaste fica encarregado de mover containers ou materiais de construção civil. Para poder realizar essas operações com confiança, os guindastes são equipados com motores surpreendentemente potentes para erguer as cargas e também fazendo uso de um sistema de freio capaz de aguentar o peso exercido nos cabos, geralmente é usado um sistema de freio hidráulico nos guindastes. 


A Origem do Uso dos Guindastes 


A origem da ideia de um guindaste se deu início na antiga Grécia, onde eram feitos com uma estrutura similar aos guindastes modernos, mas eram movidos com o uso de força humana ou de animais de carga. Esses guindastes eram usados apenas para a construção de casas, posteriormente, guindastes maiores foram sendo desenvolvidos usando engrenagens movidas a tração humana, permitindo que cargas mais pesadas fossem elevadas, possibilitando a construção de grandes monumentos, templos e edifícios.


Com o passar dos séculos os guindastes foram evoluindo, sendo cada vez mais capazes de erguer cargas ainda mais pesadas. Mas durante a revolução industrial foi quando os guindastes passaram por uma grande evolução, deixando de serem feitos de madeira e começaram a serem feitos com ferro fundido e aço, e também foi quando começaram a serem construídos da maneira como conhecemos hoje, uma torre equipada com cabos e roldanas para elevar e abaixar as cargas.